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"EU NÃO PREVEJO O FUTURO, EU PREVINO SOBRE O FUTURO!" - MAGO DAM

Estigmas: Problema para a Indagação Científica

Neste artigo:

Os estigmas vêm intrigando médicos e cientistas há séculos, sem que haja uma explicação para este fenômeno que os satisfaça. Do ponto de vista religioso, trata-se de uma manifestação das chagas de Cristo sobre o corpo de algumas pessoas que se tornaram santas, pela sua extrema fé. Para médicos mais céticos, não passa de uma reação psicossomática provocada pela mente.

O que são Estigmas?

Estigmas são marcas das cinco chagas da paixão de Cristo, que aparecem sobre o corpo de alguns santos extáticos (sujeitos a êxtases), geralmente seguidas de sofrimentos físicos e morais que recordam aqueles de Jesus. A etimologia da palavra vem do grego e do latim, stigma, e significa marca, sinal, ferrete (marcado a fogo), cicatriz que deixa uma chaga, que também pode ser atribuída aos estigmas da varíola. (Larrousse Cultural - Vol. X.).

De acordo com o Dicionário Céptico, baseado no Skeptic’s Dictionary, publicado na web por Robert Todd Carroll e traduzido por Antônio Inglês e Ronaldo Cordeiro, filiados a Rede Brasileira de Racionalistas, estigmas são feridas que surgem nas mãos e pés, às vezes nos flancos e cabeça, duplicando os ferimentos da crucifixão de Cristo e não devem ser confundidos com as representações de crucifixão que acontecem nas Filipinas toda sexta-feira santa. Segundo este Dicionário, Todos os mais ou menos 32 casos registrados de estigmas foram de Católicos Romanos, e todos, com exceção de quatro, eram mulheres. Não se conhece nenhum caso de estigmas que tenha acontecido antes do século XIII, quando Jesus crucificado se tornou um símbolo padrão do cristianismo no ocidente. O Dicionário Céptico dedica-se a dar definições, argumentos e escrever ensaios sobre assuntos relacionados ao sobrenatural, oculto, paranormal e pseudocientífico, sob o ponto de vista cético. O artigo sobre estigmas foi atualizado pela última vez em 14 de maio de 2000.

Budismo

Mais do que uma religião, o Budismo é uma filosofia. Surgiu há cerca de 2500 anos, na região que hoje corresponde ao Nepal. Atualmente, é uma das religiões que mais conquista adeptos, e já ultrapassou a casa dos 200 milhões de fiéis, espalhados pelo mundo inteiro.

A época de Sidarta

Por volta de 560 a.C, a Índia era dividida em pequenos reinos. O reino de Sakya localizava-se entre o norte da Índia e as montanhas do Himalaia, ao sul do atual Nepal. Sakya era governada pelo rei Shuddhodana que era casado com sua prima, Maya. Obedecendo aos costumes da época, ela estava a caminho de sua terra natal, a fim de dar à luz seu filho e, chegando no Jardim de Lumbini, entre as cidades de Devadaha e Kapilavastu, o menino veio a nascer, e recebeu o nome de Sidarta Gautama.

Maya faleceu uma semana após o nascimento Sidarta, este passou a ser cuidado por sua irmã, Mahaprajapati. Consta que os oráculos, ao verem o menino, diferente das pessoas comuns, ostentando diversos sinais de excelência em sua fisionomia, profetizaram que o príncipe se continuasse no reino seria um grande rei.

A Cabala e os Anjos

Um texto breve, que explica qual a influência da Cabala na descoberta dos nomes, número e hierarquia dos Anjos de Deus.

O povo judeu, ao longo de sua existência, sofreu continuas perseguições e exílios.
Desde o período bíblico, com os cativeiros no Egito e na Babilônia até sua execução em massa na Alemanha nazista, sua expulsão da Espanha e da Inglaterra, entre tantos outros acontecimentos, sempre se mantiveram unidos como um povo, mantendo intactas sua cultura e sua língua.
Para isso, valiam-se da Cabala, que condensa seus ensinamentos religiosos e, ao mesmo tempo, protege-os da extinção, pois é tão complexa e de difícil interpretação que poucos a ela têm acesso.

A palavra Cabala vem de uma raiz hebraica KBL, ou receber e, segundo consta, surgiu no primeiro século depois de Cristo. Seus livros mais importantes são o Zohar, ou Livro do Esplendor, o Livro da Criação e o Livro da Imagem.

A correta interpretação desses textos revelaria o mapa a ser trilhado pelas almas para percorrer esse caminho de volta ao seu Criador.

Hinduísmo

Shiva, a divindade mais popular da Índia
O Hinduísmo é uma das religiões mais antigas do mundo. Não há um fundador desta religião, ao contrário de tantas outras - no Islamismo, por exemplo, temos Maomé, e no Budismo, o próprio Buda. O Hinduísmo, na verdade, se compõe de toda uma intersecção de valores, filosofias e crenças, derivadas de diferentes povos e culturas.

Para compreender o Hinduísmo, é fundamental situá-lo historicamente. Por volta de 3 000 a.C., a Índia era habitada por povos que cultuavam o Pai do Universo, numa espécie de fé monoteísta. Pouco depois, em 2 500 a.C., floresceu a civilização dravídica, no vale do rio Indo, região que hoje corresponde ao Paquistão e parte da Índia. Os drávidas eram adeptos de uma filosofia de louvor à natureza, de orientação matriarcal e baseada no princípio da não-violência. Porém, em 1 500 a.C., os arianos invadiram e dominaram aquela região, reduzindo os antigos drávidas à condição de "párias" - espécie de sub-classe social, que até hoje permanece sendo a casta mais baixa da pirâmide social indiana.

Hinduísmo Védico e Hinduísmo Bramânico

Na primeira fase do Hinduísmo, que recebe o nome de Hinduísmo Védico, temos o culto aos deuses tribais. Dyaus, ou Dyaus-Pitar ("Deus do Céu", em sânscrito), era o deus supremo, consorte da Mãe Terra. Doador da chuva e da fertilidade, ele gerou todos os outros deuses. O Sol (Surya), a Lua (Chandra) e a Aurora (Heos) eram os deuses da luz. Divindades menores e locais são as árvores, as pedras, os rios e o fogo. A partir da influência ariana, o simbolismo de Dyeus passou por uma transformação e tornou-se Indra, jovem divindade que rege a guerra, a fertilidade e o firmamento. Indra representa os aspectos benevolentes da tempestade, em contraposição a Rudra, provável precursor do deus Shiva, o destruidor. Também nesse período surgiram diversas outras divindades, inclusive Asura, representante das forças maléficas.

Brahmanismo - Bramanismo

Apesar da escassez de dados confiáveis para pesquisa, os historiadores citam a índia como berço do Bramanismo, uma das mais antigas religiões. A doutrina bramânica, nos seus primórdios, compunha-se de postulados esparsos, sem qualquer ordenação e era transmitida oralmente através de cânticos. Cerca de 14 séculos a.C., um sábio brâmane recebeu o nome de Vyasa (compilador) por seu trabalho, e ordenou adequadamente a religião brâmane. A sua fixação, entretanto, só ocorreu por ocasião do surgimento da escrita na índia, entre os séculos IX e VIII a.C.

Os ensinamentos védicos, escritos em sânscrito, passaram a constituir os Vedas ou Livros do Conhecimento Sagrado, a obra religiosa mais antiga de que se tem notícia. Rigveda, o mais conhecido dentre eles, consta de hinos de aparência simplesmente devocional, mas que encobrem o segredo da Criação. Apenas os sacerdotes e iniciados distinguiam a verdade escondida sob o véu das alegorias. 

O Bramanismo, também conhecido por Induísmo, exotericamente desenvolveu-se, sofreu modificações, foi adulterado e, com o passar dos tempos, entrou em decadência, como é usual acontecer com as religiões. A sua essência, no entanto, continua inalterada e preservada pelos Mistérios, em santuários da índia. 

A doutrina original pode ser resumida em Cinco Princípios, dos quais decorrem as demais diretrizes:

1 - Um Deus único com Tríplice Manifestação (Trindade Divina). "O Ser Supremo se imola a Si próprio e Se divide para produzir a Vida Universal".

2 - A Natureza Eterna do Mundo "Ele sempre foi e sempre será. O mundo e os seres saídos de Deus voltam a Ele por uma evolução constante".

13 de Maio - Dia dos Pretos Velhos


A Salve Zambi!
Salve o Filho da Cruz!
Salve a todos os Filhos de Fé!

Em um dia em que as hostes celestiais reunidas, decidiram que havia se consumado o resgate, intuíram a Redentora e colocando um exército de luminosos espíritos, guerreiros da luz, à sua disposição, a impulsionaram a assinar a libertação.

As trevas, da mesma forma, assustadas com tamanha movimentação celestial, resolveram se por em guarda para impedir a ação da luz, fosse para o que fosse. No entanto, tamanha era a força do bem que se haveria de fazer, que cegaram e ensurdeceram todos os que na luz não habitavam e acuados, recuaram.

Era chegada a hora! Era preciso levar alívio a tanta dor, nas Terras de Santa Cruz! Era o momento de raiar o sol que arrebataria as correntes da ignorância humana, aprisionante de espíritos que estavam sendo preparados para algo maior. Era a dor do tronco, a dor da humilhação, do ferro e do fogo... Dor que sugava para a carne, as impurezas existentes no imo daquelas almas brancas, cuja pele havia nascido escurecida por isso, escrava se tornara.

Os Maias

As cidades maias

A civilização maia organizou-se como uma federação de cidades-estado e atingiu seu apogeu no século IV. Nesta época, começou a expansão maia, a partir das cidades de Uaxactún e Tikal. Os maias fundaram Palenque, Piedras Negras e Copán. Entre os séculos X e XII, destacou-se a Liga de Mayapán, formada pela aliança entre as cidades de Chichén Itzá, Uxmal e Mayapán. Esta tripla aliança constituiu um império, que teve sob o seu domínio outras doze cidades. O conjunto da cidade era considerado um templo. Os edifícios eram construídos com grandes blocos de pedra adornados com esculturas e altos-relevos, como os de Uaxactún e Copán.

Os ritos

Só podiam subir aos templos os sacerdotes, que formavam a classe mais culta. Os maias acreditavam descender de um totem e eram politeístas. A influência dos toltecas introduziu certas práticas cerimoniais sangrentas, pouco antes da decadência dos maias. Adoravam a natureza, em particular os animais, as plantas e as pedras. Cuidavam de seus mortos, colocando-os em urnas de cerâmica.

O Santo Daime

O movimento religioso do Santo Daime começou no interior da floresta amazônica, nas primeiras décadas do século XX, com o neto de escravos Raimundo Irineu Serra. Foi ele que recebeu a revelação de uma doutrina de cunho cristão, a partir da bebida Ayahuasca (vinho das almas), por nós denominada Santo Daime.

A bebida, de uso bastante difundido pelos povos indígenas da região, é obtida pela coccão de duas plantas, o cipó Jagube (banesteriopsis caapi) e a folha Rainha (psicotrya viridis) ambas nativas da floresta tropical. Ela tem propriedades enteógenas, isto é, produz uma expansão de consciência responsável pela experiência de contato com a divindade interior, presente no próprio homem.

Segundo o próprio Mestre Irineu, ele recebeu essa Doutrina através de uma aparição de Nossa Senhora da Conceição,em uma das primeiras vezes que tomou a bebida, na região de Basiléia, Acre. Os hinos do Mestre, que ele começou a receber a partir do começo da década de 30 trouxeram uma forte ênfase nos ensinos cristãos e uma nova leitura dos Evangelhos à luz do Santo Daime, para afirmar, nos tempos de hoje, os mesmos princípios de Amor, Caridade e Fraternidade humana.

O que é nossa religião?



O Culto Eclético da Fluente Luz Universal é um trabalho espiritual, que tem como objetivo alcançar o auto-conhecimento e a experiência de Deus ou do Eu Superior Interno. Para tanto, se ultiliza, dentro de um contexto ritual tido como sagrado, da bebida enteógena sacramental conhecida como ahyausca e que foi rebatizada pelo Mestre Irineu como Santo Daime. O uso de uma substância enteógena como sacramento parece ter feito parte das principais tradições religiosas da antiguidade e fornecido a base visionária de muitas das principais grandes religiões hoje existentes no mundo.

Nosso culto litúrgico, que se resume em comungar, nas datas apropiadas, a bebida à guiza de sacramento, se denomina Eclético, por que suas raízes estão impregnadas de um forte sincretismo entre vários elementos culturais,folclóricos e religiosos.O uso do sacramento Santo Daime é relizado nas datas do seu calendário festivos, obedecendo as regras rituais que foram estabelecidas pelo Mestre Irineu e pelo Padrinho Sebastião.

Visão Católica sobre o Santo Daíme

São bem oportunas as palavras bíblicas de Romanos 1.22: "Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos", quando nos propomos a falar sobre o grupo religioso SANTO DAIME. Dizemos isso porque, nesse grupo religioso, aparentemente desconhecido, existem celebridades da TV que já se pronunciaram publicamente como membros dele. E não é só isso. Até o famoso pastor Neemias Marien já fez parte de reuniões religiosas onde o chá foi bebido.

Conta ele: "Concentrado no culto, cantei, com o mais vivo entusiasmo, todas as canções de louvor, mas sempre muito atento às mínimas ocorrências envolvendo os circunstantes. Vi nocauteada a resistência de muitos que se entregavam relaxados nos colchonetes e poltronas espalhados pela sala. Vi outros se transfigurarem, em êxtase, os olhos vítreos esbugalhados. Um jovem tomou-me a mão, como um náufrago perdido no mar e, literalmente, urrava como leão. Muitos vomitavam, enquanto outros corriam ao banheiro. Um outro virou uma estátua vibrante, o tempo todo em obediência a seus chakras, segundo disse. Então, após o segundo cálice, comecei a sentir as mãos frouxas e uma ligeira cãibra nas pernas, dando-me a impressão de desmaio, embora em momento algum me sentisse tenso. Procurei cantar com mais entusiasmo, mas logo percebi ser melhor procurar o sofá, no qual o meu corpo caiu pesado. Foi nesse instante que, relaxado, rendi-me ao DAIME, sem alucinações, mas com a consciência da purificação espiritual centrada em Jesus."(...) "Creio que, também, pelo Santo Daime, pode-se contemplar a luz divina e alcançar a purificação do espírito e a cura interior."(JESUS, A Luz da Nova Era, pp.120/21).

Pode haver maior apostasia do que essa, de se ler um pastor afirmar que "contemplou a luz divina" e alcançou a "purificação do espírito e cura interior" depois que tomou o chá ??? A luz divina, como sabemos pela Bíblia, é Jesus Cristo: "Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo" (Jo 1.9). Purificação do espírito se faz pelo sangue de Jesus e não por tomar-se um chá - "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." (Jo 1.29). E cura interior alcançamos quando atendemos ao convite de Jesus, em Mt 11.28,29: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas."

Tipos de Espíritos

OS SUSTENTADORES

Sustentadores são aqueles mentores espirituais de luz, amparadores e responsáveis pela estabilidade e proteção dos trabalhos espirituais e mediúnicos. Toda vez que um grupo de pessoas se reúnem na promoção de trabalhos espirituais de caráter socorrista e doutrinário, forma-se no plano espiritual um mesmo grupo correspondente de Mentores Espíritos de Luz para dar suporte, ensinamento e apoio a esses trabalhos.

Todos nós carregamos conosco uma correspondência espiritual, companheiros, amigos, protetores, guias e mentores para suporte de todo tipo, assunto esse que demoraríamos uma obra inteira para abordarmos, o que não é objeto do presente trabalho, entretanto, se faz necessário observar esta correspondência como forma basilar para o que modestamente pretendemos expor.


OS RECÉM DESENCARNADOS E RECÉM SOCORRIDOS

Fato de muita importância e que muitas vezes vem se tornando um conflito para alguns de nossos companheiros doutrinadores é o tratamento doutrinário destinado àqueles nossos irmãos recém desencarnados.

Não oferecem à primeira vista dificuldades de reconhecimento, isto é, são facilmente identificáveis, devendo sempre o doutrinador carregar consigo a cautela devida, para não ser enganado. Manifestam-se, regra geral, pela maneira como se apresentam a partir da incorporação, demonstrando comportamento angustiante, desesperado e confuso, quase sempre não se lembrando do que aconteceu.

Muitas vezes chegam queixando-se de frio, as mãos do médium normalmente tornam-se extremamente frias, isto significa que o espírito ainda está ligado ao seu corpo após a morte, ou seja, ao cadáver e, se disser que está no mais absoluto escuro, com certeza ainda encontra-se no caixão, revelando na conversação a realidade que está vivendo, que está escuro e com muito frio, neste caso o doutrinador deve concentrar-se com muito amor e carinho e oferecer sua mão dizendo que irá puxá-lo para fora do local onde se encontra dizendo que o trará para um lugar quente, iluminando e seguro, porém o doutrinador deve realmente acreditar que estará dando a mão e puxando o espírito para fora do caixão.


O OBSESSOR

• OBSESSÃO: Impertinência excessiva. Idéia fixa, mania.

• OBSESSOR: Aquele que pratica obsessão.

• OBSEDAR: Prática da obsessão. Ficar com um idéia fixa.

• OBSEDADO: Vítima do obsessor

A obsessão é um estado constante que se instrumentaliza através de um processo de vingança. Invariavelmente é perseguidor e vem dotado de um comportamento moralmente deseducado. O espírito perseguidor busca alívio para o seu sofrimento fazendo sofrer aquele que o feriu, tornando-se ambos infelizes e envolvendo ainda outros nas tramas de suas desgraças.

Porém, no plano espiritual tudo está previsto, ao mesmo tempo em que permitem a cobrança de nossas faltas, nos liberam, pelo resgate.

Lillith - A Tentação

Lilith, intimamente associada aos Vampiros, por sua vez também às bruxas, é um espectro que paira sobre a religião judaica. No ato sexual ela ficava por cima de Adão, e não quis ser subjugada pelo macho, daí sua revolta. Este fato retrata, talvez, a transição, dos cultos a Deusa para o Deus judaico, de uma sociedade agrária ou coletora para uma pastoril.
Este fato se repetiu inúmeras vezes pelo mundo (com isso não estou falando de sua existência objetiva, mas sim subjetiva, mas com exteriorizações).

Lilith, em sua origem, deve ter sido um arquétipo da grande deusa mãe, que tentou resistir a invasão do patriarcado. Possivelmente Abel, o pastor, foi sacrificado a esta grande mãe.

Mas as coisas não foram tão fáceis para os pastores patriarcais. Muitas mulheres judias ficaram fascinadas pelo culto à grande mãe. Um bom exemplo é a história de Sodoma e Gomorra. Lot foi expulso da cidade, vejam esta passagem: "o povo de Sodoma cercou a casa de Lot, do mais velho ao mais jovem. E eles proferiram: que se vá embora, um estranho, que veio morar conosco e agora quer ser um juiz?". Com isso fica claro que eles não eram judeus (os habitantes de Sodoma), e que a alegoria da conversa entre Lot e Deus é um acréscimo posterior.

A parte mais curiosa tem a ver com a mulher de Lot, que não quis acompanhá-lo, pois possivelmente preferiu ficar com o culto à Grande Deusa. Ou seja, a história de virar uma estátua de sal é mais uma alegoria. Lot afogou suas mágoas com as duas filhas em uma relação incestuosa.

O nome Lilith vem da Mesopotâmia, encontrada nas civilizações sumeriana, acadiana e babilônica, onde há várias divindades nas quais ocorre o fragmento "lil" como, por exemplo, os deuses Nilil, Enlil entre outros. Belit-ili, Lillake, a cananéia Baalat, a Divina Senhora são alguns de seus nomes. Nas representações mais antigas de Lilith ela apare-se como Lilake (cidade de UR 2000 A. C).

Lilith está intrinsecamente associada à coruja, sendo representada como uma mulher sedutora, torneada, de seios bem formados e suculentos, uma yoni* (Nota: vagina) que exala o perfume do amor, com pés de coruja e asas.

Origens do Candomblé, Suas Variantes e Nações

Hoje, quando se fala em "candomblé", o que se tem em mente é um tipo específico de religião formada na Bahia, denominado candomblé "queto" ou "Ketu", que atualmente pode ser encontrado em praticamente todo o País. Mas o termo candomblé designa muitas variedades religiosas, como veremos adiante.

O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.

A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.

Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, espíritas e católicas.

Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.

O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.

Os Banhos de Ervas e Essências

Os banhos de ervas e essências são reais e necessários uma vez que as ervas frescas e as essências contém vibração.

Os banhos pertencentes aos nossos orixás de coroa e os banhos que atraem a vibração de determinadas falanges devem ser tomados pela cabeça pois é ai que se encontram os pontos fundamentais de sintonia espiritual: o chacra frontal, no meio da testa; o chacra coronário, no alto da cabeça; e a glândula pineal, na nuca.

Se a pessoa não souber os seus orixás de coroa e quiser tomar um banho de limpeza espiritual, poderá fazê-lo com sal grosso diluído em água ou com 7 gotas de essência de alfazema também diluídas em água pura, pois esses banhos são neutros e podem ser usados, na cabeça, sem nenhum problema.

O banho de ervas deve ser preparado em infusão: numa panela própria para essa finalidade coloca-se água para ferver; quando a água estiver fervendo, apaga-se o fogo, coloca-se a erva previamente lavada dentro, tampa-se e deixa-se por algum tempo, de modo que a água possa absorver toda a vibração contida na erva. Depois disso, coa-se num pano branco também próprio para essa vibração e pode-se acrescentar mais água, quente ou fria, de modo a tornar a temperatura do banho de ervas semelhante à temperatura do banho higiênico normal que deverá ser tomado antes.

O bagaço das ervas pode ser jogado no lixo quando for um banho de descarrego normal. Em casos de banhos de preparação para algum ritual, o bagaço das ervas deverá ser levado para ser despachado junto com o trabalho espiritual realizado.

20 DICAS DE SUCESSO

01 Elogie três pessoas por dia

02 Tenha um aperto de mão firme

03 Olhe as pessoas nos olhos

04 Gaste menos do que ganha

05 Saiba perdoar a si e aos outros

06 Trate os outros como gostaria de ser tratado

07 Faça novos amigos

08 Saiba guardar segredos

09 Não adie uma alegria

TETRAGRAMATON


Um pentagrama (do grego antigo πεντάγραμμος) é uma estrela composta por cinco retas e que possui cinco pontas. Na língua portuguesa, pentagrama significa uma palavra com cinco letras. Também é, em música, as cinco linhas paralelas que compõem a partitura.

Ao pentagrama são atribuídos vários significados esotéricos.

Para os pagãos, cada ponta do pentagrama representa um dos Cinco Elementos da Natureza: Ar, Fogo, Água, Terra, e um espírito que a todos coordena.

Atualmente, muitos usam um Pentagrama no pescoço, como símbolo de orgulho da sua religião e representando a sua fé, ou ainda como um amuleto de proteção.

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