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"EU NÃO PREVEJO O FUTURO, EU PREVINO SOBRE O FUTURO!" - MAGO DAM
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A SÍNDROME DO PAGANISMO CRISTÃO
Jan Duarte
Embora eu tenha praticamente desistido de participar de listas de discussão sobre neopaganismo e outros temas ligados de alguma forma ao esoterismo, uma vez ou outra ainda surgem no meu email algumas mensagens bastante características, que me mantém a par das – digamos assim – últimas tendências. Bem, vou reformular a frase: eles me mantêm a par das tendências, uma vez que estas não são exatamente novas e acabam confirmando uma série de considerações que venho fazendo há um bom tempo.
Na verdade, descobri que não se pode traçar um panorama coerente do neopaganismo no Brasil a partir das elucubrações dos estudiosos do assunto – como eu mesmo, aliás. O arrazoado dos estudiosos acaba se perdendo num palavrório que não reflete o arrazoado dos praticantes. Ocorre, nesse caso, um processo de dissociação semelhante ao que pudemos constatar, recentemente, no nosso Congresso, entre a “opinião pública” e a “vontade popular”. A “opinião pública” é feita por uma minoria que escreve em jornais, ao passo que a “vontade popular” não está nem aí...
Ex-pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus revela sujeira da igreja
A dedicação ao altar lhe rendeu promoções. Givanildo passou por várias cidades até ser transferido para Araçatuba, a 525 quilômetros da capital paulista. Lá ficou responsável por 14 igrejas. Como pastor regional, chefiava os colegas e respondia pelo dinheiro arrecadado. Semanalmente, diz, enviava para a sede os montantes recolhidos. O vínculo com a Mundial durou até julho deste ano. Depois de se declarar descontente, Givanildo decidiu sair e agora faz acusações contra a Mundial. Ele afirma que era orientado a distorcer trechos da Bíblia para aumentar a arrecadação com os fiéis. É a primeira vez que um dissidente da Mundial dá um depoimento assim.
Ser Mago ou Bruxa
Ser Mago ou Bruxa não é adorar ao Diabo ou não gostar de Jesus,
Ser Mago ou Bruxa é adorar a Natureza, o Belo, os Animais, o ser Humano.
Não é fazer truques de mágica, acender velas com o olhar, nem andar vendo gnomos nos jardins, é fazer você mudar seus sentimentos, antes tristes e magoados, por
pensamentos positivos e alegres, é conseguir fazer você mudar suas atitudes, antes mesquinhas e egoístas, por atitudes amplas e humanitárias;
Não é só acender a fogueira e dançar nu em volta da mesma, é acender a fogueira, dançar nu e queimar todos os rótulos e mágoas, e mostrar que quando estamos nus somos todos de carne e osso, sem marcas ou números que nos identifiquem ou que façam nos divergir.
Ser Mago ou Bruxa não é estar vivendo acima de um planeta cheio de desgraça, desrespeito e de degradação, é saber que somos este planeta e que sofremos juntos com ele em cada ação negativa, é querer mudar, é querer transmutar esta atitude negativa em uma atitude consciente, é fazer você enxergar o que antes estava nublado e as vezes escondido no escuro mundo do consumismo desenfreado, onde as pessoas não veem as pessoas como irmãos, mas como concorrentes, e que acham que a natureza esta aqui como produto e não como um ser vivente.
Ser Mago ou Bruxa, não significa julgar as outras religiões, mas abraçar as filosofias que querem o bem da humanidade e do planeta, é agregar, é somar.
Não temos um Deus, temos todos os Deuses e Deusas, que vibram em todas as direções e em todos os povos, temos a energia cósmica, os elementais, os animais de poder, os anjos, os guardiões, o karma, o dharma, as ervas, os banhos, as poções, as mentalizações, os estudos, as intuições...
Ser Mago ou Bruxa é adorar a Natureza, o Belo, os Animais, o ser Humano.
Não é fazer truques de mágica, acender velas com o olhar, nem andar vendo gnomos nos jardins, é fazer você mudar seus sentimentos, antes tristes e magoados, por
pensamentos positivos e alegres, é conseguir fazer você mudar suas atitudes, antes mesquinhas e egoístas, por atitudes amplas e humanitárias;
Não é só acender a fogueira e dançar nu em volta da mesma, é acender a fogueira, dançar nu e queimar todos os rótulos e mágoas, e mostrar que quando estamos nus somos todos de carne e osso, sem marcas ou números que nos identifiquem ou que façam nos divergir.
Ser Mago ou Bruxa não é estar vivendo acima de um planeta cheio de desgraça, desrespeito e de degradação, é saber que somos este planeta e que sofremos juntos com ele em cada ação negativa, é querer mudar, é querer transmutar esta atitude negativa em uma atitude consciente, é fazer você enxergar o que antes estava nublado e as vezes escondido no escuro mundo do consumismo desenfreado, onde as pessoas não veem as pessoas como irmãos, mas como concorrentes, e que acham que a natureza esta aqui como produto e não como um ser vivente.
Ser Mago ou Bruxa, não significa julgar as outras religiões, mas abraçar as filosofias que querem o bem da humanidade e do planeta, é agregar, é somar.
Não temos um Deus, temos todos os Deuses e Deusas, que vibram em todas as direções e em todos os povos, temos a energia cósmica, os elementais, os animais de poder, os anjos, os guardiões, o karma, o dharma, as ervas, os banhos, as poções, as mentalizações, os estudos, as intuições...
Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis
Os Rosa-Cruzes tornaram-se conhecidos no século XVII, inicialmente na Alemanha, com o teólogo Johannes Valentin Andreas.
Em 1610 surgiu o manuscrito de autor desconhecido Fama Fraternitatis Rosae Crucis Cinfessio Fraternitatis Rosae Crucis ad Euruditos Europae. E um novo manuscrito: Die Chymische Hochzeit Christian Rosenkreutz, também de autor desconhecido.
Esses livros propunham a renovação da Igreja, do Estado e da sociedade, e um convite para que pessoas iluminadas entrassem para a fraternidade, com o ideal de salvar a Europa do atraso em que estava mergulhada na era medieval.
Durante 120 anos a Fraternidade dos Rosa-Cruzes viveu no mais absoluto sigilo. Então, um novo escrito, o Fama Fraternitatis, foi bastante divulgado, conhecido e aceito pela população de vários países da Europa. Nesse tempo, Johannes Valentin Andreas decidiu declarar que os escritos “Rosa-Cruz” eram de sua autoria.
Em 1632, em Paris, França, foi anunciado oficialmente um manifesto para a chegada dos rosa-crucianos.
No inicio do século XX a doutrina passou por uma transformação, sob a direção de Max Heindel, incumbido pelo conselho superior da Ordem de torná-la mais aberta, mais atuante no novo século que se iniciava, com o objetivo de fazer deste um mundo melhor. Construiu-se uma sede mundial nos Estados Unidos, na Califórnia e, de lá para o mundo se irradia o conhecimento com cursos por correspondência, livros e treinamentos. Há dezenas de anos,. Max Heindel escreveu O conceito Rosa-cruz do cosmos, obra máxima da Ordem na qual o conceito filosófico dos ensinamentos estão expostos com muita clareza.
Em 1610 surgiu o manuscrito de autor desconhecido Fama Fraternitatis Rosae Crucis Cinfessio Fraternitatis Rosae Crucis ad Euruditos Europae. E um novo manuscrito: Die Chymische Hochzeit Christian Rosenkreutz, também de autor desconhecido.
Esses livros propunham a renovação da Igreja, do Estado e da sociedade, e um convite para que pessoas iluminadas entrassem para a fraternidade, com o ideal de salvar a Europa do atraso em que estava mergulhada na era medieval.
Durante 120 anos a Fraternidade dos Rosa-Cruzes viveu no mais absoluto sigilo. Então, um novo escrito, o Fama Fraternitatis, foi bastante divulgado, conhecido e aceito pela população de vários países da Europa. Nesse tempo, Johannes Valentin Andreas decidiu declarar que os escritos “Rosa-Cruz” eram de sua autoria.
Em 1632, em Paris, França, foi anunciado oficialmente um manifesto para a chegada dos rosa-crucianos.
No inicio do século XX a doutrina passou por uma transformação, sob a direção de Max Heindel, incumbido pelo conselho superior da Ordem de torná-la mais aberta, mais atuante no novo século que se iniciava, com o objetivo de fazer deste um mundo melhor. Construiu-se uma sede mundial nos Estados Unidos, na Califórnia e, de lá para o mundo se irradia o conhecimento com cursos por correspondência, livros e treinamentos. Há dezenas de anos,. Max Heindel escreveu O conceito Rosa-cruz do cosmos, obra máxima da Ordem na qual o conceito filosófico dos ensinamentos estão expostos com muita clareza.
A Rosa Cruz vista pelos Cristãos
Origem remota, rituais ocultos, superdesenvolvimento mental - são alguns dos assuntos que fascinam os iniciados no rosacrucianismo. Dizem os rosa-cruzes que para entender seus ensinos é preciso recuar à época do Império Egípcio, e assim dão a sua origem ao tempo em que os egípcios ainda transmitiam suas idéias imprimindo sinais herméticos em tijolos de barro, tempo que antecede o uso do papiro como escrita. Afirmam ainda que a primeira Loja Branca teve início no reinado do Faraó Amenófis I.
Christian Rosenkreuz é conhecido como o fundador do rosacrucianismo. Nascido em 1375, na fronteira da Alemanha com a Áustria, onde se educou e se desenvolveu, Rosenkreuz começou a viajar e após percorrer a Alemanha, Áustria e Itália, encaminhou-se para o Egito, onde foi bem acolhido pelos irmãos da Loja Egípcia. Ali, foi admitido em todos os graus dos mistérios egípcios e fundou a Ordem Rosa-Cruz.
Assim como a Maçonaria se intitula uma sociedade secreta, assim também são os rosa-cruzes. No século 18, deu-se o título de Rosa-Cruz a todas as entidades que afirmam ter relações secretas com o mundo invisível. Da mesma forma como a Maçonaria nega sua condição de entidade religiosa, assim o fazem os rosa-cruzes. Pode-se afirmar, entretanto, que o rosacrucianismo é um tipo de sociedade religiosa eclética ou sincrética, pois admite em seu quadro associativo pessoas de todas as religiões. Tem seu templo, a sua loja do lar. Tem seus sinais de reconhecimento, tem palavras de passe e apertos de mão, tem também diversos graus e há cerimônias especiais para a entrada nesses graus.
Religião ecumênica
Declarações sobre sua condição de seita religiosa são comprometedoras e contraditórias: Já disseram que o trabalho Rosa-Cruz se torna uma religião para alguns de seus membros. Isto é verdade desde que com isto não se queira dizer que a Ordem se transforme em igreja. Aos rosa-cruzes pede-se que freqüentem as suas respectivas igrejas, e que cooperem no bom trabalho que estão realizando; ao mesmo tempo, porém, os ensinamentos... podem se tornar a religião de uma pessoa, seja ela metodista, presbiteriana, protestante episcopal, católica romana ou de qualquer outra seita.
Christian Rosenkreuz é conhecido como o fundador do rosacrucianismo. Nascido em 1375, na fronteira da Alemanha com a Áustria, onde se educou e se desenvolveu, Rosenkreuz começou a viajar e após percorrer a Alemanha, Áustria e Itália, encaminhou-se para o Egito, onde foi bem acolhido pelos irmãos da Loja Egípcia. Ali, foi admitido em todos os graus dos mistérios egípcios e fundou a Ordem Rosa-Cruz.
Assim como a Maçonaria se intitula uma sociedade secreta, assim também são os rosa-cruzes. No século 18, deu-se o título de Rosa-Cruz a todas as entidades que afirmam ter relações secretas com o mundo invisível. Da mesma forma como a Maçonaria nega sua condição de entidade religiosa, assim o fazem os rosa-cruzes. Pode-se afirmar, entretanto, que o rosacrucianismo é um tipo de sociedade religiosa eclética ou sincrética, pois admite em seu quadro associativo pessoas de todas as religiões. Tem seu templo, a sua loja do lar. Tem seus sinais de reconhecimento, tem palavras de passe e apertos de mão, tem também diversos graus e há cerimônias especiais para a entrada nesses graus.
Religião ecumênica
Declarações sobre sua condição de seita religiosa são comprometedoras e contraditórias: Já disseram que o trabalho Rosa-Cruz se torna uma religião para alguns de seus membros. Isto é verdade desde que com isto não se queira dizer que a Ordem se transforme em igreja. Aos rosa-cruzes pede-se que freqüentem as suas respectivas igrejas, e que cooperem no bom trabalho que estão realizando; ao mesmo tempo, porém, os ensinamentos... podem se tornar a religião de uma pessoa, seja ela metodista, presbiteriana, protestante episcopal, católica romana ou de qualquer outra seita.
Budismo
Mais do que uma religião, o Budismo é uma filosofia. Surgiu há cerca de 2500 anos, na região que hoje corresponde ao Nepal. Atualmente, é uma das religiões que mais conquista adeptos, e já ultrapassou a casa dos 200 milhões de fiéis, espalhados pelo mundo inteiro.
A época de Sidarta
Por volta de 560 a.C, a Índia era dividida em pequenos reinos. O reino de Sakya localizava-se entre o norte da Índia e as montanhas do Himalaia, ao sul do atual Nepal. Sakya era governada pelo rei Shuddhodana que era casado com sua prima, Maya. Obedecendo aos costumes da época, ela estava a caminho de sua terra natal, a fim de dar à luz seu filho e, chegando no Jardim de Lumbini, entre as cidades de Devadaha e Kapilavastu, o menino veio a nascer, e recebeu o nome de Sidarta Gautama.
Maya faleceu uma semana após o nascimento Sidarta, este passou a ser cuidado por sua irmã, Mahaprajapati. Consta que os oráculos, ao verem o menino, diferente das pessoas comuns, ostentando diversos sinais de excelência em sua fisionomia, profetizaram que o príncipe se continuasse no reino seria um grande rei.
A época de Sidarta
Por volta de 560 a.C, a Índia era dividida em pequenos reinos. O reino de Sakya localizava-se entre o norte da Índia e as montanhas do Himalaia, ao sul do atual Nepal. Sakya era governada pelo rei Shuddhodana que era casado com sua prima, Maya. Obedecendo aos costumes da época, ela estava a caminho de sua terra natal, a fim de dar à luz seu filho e, chegando no Jardim de Lumbini, entre as cidades de Devadaha e Kapilavastu, o menino veio a nascer, e recebeu o nome de Sidarta Gautama.
Maya faleceu uma semana após o nascimento Sidarta, este passou a ser cuidado por sua irmã, Mahaprajapati. Consta que os oráculos, ao verem o menino, diferente das pessoas comuns, ostentando diversos sinais de excelência em sua fisionomia, profetizaram que o príncipe se continuasse no reino seria um grande rei.
Hinduísmo
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| Shiva, a divindade mais popular da Índia |
Para compreender o Hinduísmo, é fundamental situá-lo historicamente. Por volta de 3 000 a.C., a Índia era habitada por povos que cultuavam o Pai do Universo, numa espécie de fé monoteísta. Pouco depois, em 2 500 a.C., floresceu a civilização dravídica, no vale do rio Indo, região que hoje corresponde ao Paquistão e parte da Índia. Os drávidas eram adeptos de uma filosofia de louvor à natureza, de orientação matriarcal e baseada no princípio da não-violência. Porém, em 1 500 a.C., os arianos invadiram e dominaram aquela região, reduzindo os antigos drávidas à condição de "párias" - espécie de sub-classe social, que até hoje permanece sendo a casta mais baixa da pirâmide social indiana.
Hinduísmo Védico e Hinduísmo Bramânico
Na primeira fase do Hinduísmo, que recebe o nome de Hinduísmo Védico, temos o culto aos deuses tribais. Dyaus, ou Dyaus-Pitar ("Deus do Céu", em sânscrito), era o deus supremo, consorte da Mãe Terra. Doador da chuva e da fertilidade, ele gerou todos os outros deuses. O Sol (Surya), a Lua (Chandra) e a Aurora (Heos) eram os deuses da luz. Divindades menores e locais são as árvores, as pedras, os rios e o fogo. A partir da influência ariana, o simbolismo de Dyeus passou por uma transformação e tornou-se Indra, jovem divindade que rege a guerra, a fertilidade e o firmamento. Indra representa os aspectos benevolentes da tempestade, em contraposição a Rudra, provável precursor do deus Shiva, o destruidor. Também nesse período surgiram diversas outras divindades, inclusive Asura, representante das forças maléficas.
Brahmanismo - Bramanismo
Apesar da escassez de dados confiáveis para pesquisa, os historiadores citam a índia como berço do Bramanismo, uma das mais antigas religiões. A doutrina bramânica, nos seus primórdios, compunha-se de postulados esparsos, sem qualquer ordenação e era transmitida oralmente através de cânticos. Cerca de 14 séculos a.C., um sábio brâmane recebeu o nome de Vyasa (compilador) por seu trabalho, e ordenou adequadamente a religião brâmane. A sua fixação, entretanto, só ocorreu por ocasião do surgimento da escrita na índia, entre os séculos IX e VIII a.C.Os ensinamentos védicos, escritos em sânscrito, passaram a constituir os Vedas ou Livros do Conhecimento Sagrado, a obra religiosa mais antiga de que se tem notícia. Rigveda, o mais conhecido dentre eles, consta de hinos de aparência simplesmente devocional, mas que encobrem o segredo da Criação. Apenas os sacerdotes e iniciados distinguiam a verdade escondida sob o véu das alegorias.
O Bramanismo, também conhecido por Induísmo, exotericamente desenvolveu-se, sofreu modificações, foi adulterado e, com o passar dos tempos, entrou em decadência, como é usual acontecer com as religiões. A sua essência, no entanto, continua inalterada e preservada pelos Mistérios, em santuários da índia.
A doutrina original pode ser resumida em Cinco Princípios, dos quais decorrem as demais diretrizes:
1 - Um Deus único com Tríplice Manifestação (Trindade Divina). "O Ser Supremo se imola a Si próprio e Se divide para produzir a Vida Universal".
2 - A Natureza Eterna do Mundo "Ele sempre foi e sempre será. O mundo e os seres saídos de Deus voltam a Ele por uma evolução constante".
1 - Um Deus único com Tríplice Manifestação (Trindade Divina). "O Ser Supremo se imola a Si próprio e Se divide para produzir a Vida Universal".
2 - A Natureza Eterna do Mundo "Ele sempre foi e sempre será. O mundo e os seres saídos de Deus voltam a Ele por uma evolução constante".
13 de Maio - Dia dos Pretos Velhos

A Salve Zambi!
Salve o Filho da Cruz!
Salve o Filho da Cruz!
Salve a todos os Filhos de Fé!
Em um dia em que as hostes celestiais reunidas, decidiram que havia se consumado o resgate, intuíram a Redentora e colocando um exército de luminosos espíritos, guerreiros da luz, à sua disposição, a impulsionaram a assinar a libertação. As trevas, da mesma forma, assustadas com tamanha movimentação celestial, resolveram se por em guarda para impedir a ação da luz, fosse para o que fosse. No entanto, tamanha era a força do bem que se haveria de fazer, que cegaram e ensurdeceram todos os que na luz não habitavam e acuados, recuaram.
Era chegada a hora! Era preciso levar alívio a tanta dor, nas Terras de Santa Cruz! Era o momento de raiar o sol que arrebataria as correntes da ignorância humana, aprisionante de espíritos que estavam sendo preparados para algo maior. Era a dor do tronco, a dor da humilhação, do ferro e do fogo... Dor que sugava para a carne, as impurezas existentes no imo daquelas almas brancas, cuja pele havia nascido escurecida por isso, escrava se tornara.
O Santo Daime
O movimento religioso do Santo Daime começou no interior da floresta amazônica, nas primeiras décadas do século XX, com o neto de escravos Raimundo Irineu Serra. Foi ele que recebeu a revelação de uma doutrina de cunho cristão, a partir da bebida Ayahuasca (vinho das almas), por nós denominada Santo Daime.
A bebida, de uso bastante difundido pelos povos indígenas da região, é obtida pela coccão de duas plantas, o cipó Jagube (banesteriopsis caapi) e a folha Rainha (psicotrya viridis) ambas nativas da floresta tropical. Ela tem propriedades enteógenas, isto é, produz uma expansão de consciência responsável pela experiência de contato com a divindade interior, presente no próprio homem.
Segundo o próprio Mestre Irineu, ele recebeu essa Doutrina através de uma aparição de Nossa Senhora da Conceição,em uma das primeiras vezes que tomou a bebida, na região de Basiléia, Acre. Os hinos do Mestre, que ele começou a receber a partir do começo da década de 30 trouxeram uma forte ênfase nos ensinos cristãos e uma nova leitura dos Evangelhos à luz do Santo Daime, para afirmar, nos tempos de hoje, os mesmos princípios de Amor, Caridade e Fraternidade humana.
A bebida, de uso bastante difundido pelos povos indígenas da região, é obtida pela coccão de duas plantas, o cipó Jagube (banesteriopsis caapi) e a folha Rainha (psicotrya viridis) ambas nativas da floresta tropical. Ela tem propriedades enteógenas, isto é, produz uma expansão de consciência responsável pela experiência de contato com a divindade interior, presente no próprio homem.
Segundo o próprio Mestre Irineu, ele recebeu essa Doutrina através de uma aparição de Nossa Senhora da Conceição,em uma das primeiras vezes que tomou a bebida, na região de Basiléia, Acre. Os hinos do Mestre, que ele começou a receber a partir do começo da década de 30 trouxeram uma forte ênfase nos ensinos cristãos e uma nova leitura dos Evangelhos à luz do Santo Daime, para afirmar, nos tempos de hoje, os mesmos princípios de Amor, Caridade e Fraternidade humana.
O que é nossa religião?

O Culto Eclético da Fluente Luz Universal é um trabalho espiritual, que tem como objetivo alcançar o auto-conhecimento e a experiência de Deus ou do Eu Superior Interno. Para tanto, se ultiliza, dentro de um contexto ritual tido como sagrado, da bebida enteógena sacramental conhecida como ahyausca e que foi rebatizada pelo Mestre Irineu como Santo Daime. O uso de uma substância enteógena como sacramento parece ter feito parte das principais tradições religiosas da antiguidade e fornecido a base visionária de muitas das principais grandes religiões hoje existentes no mundo.
Nosso culto litúrgico, que se resume em comungar, nas datas apropiadas, a bebida à guiza de sacramento, se denomina Eclético, por que suas raízes estão impregnadas de um forte sincretismo entre vários elementos culturais,folclóricos e religiosos.O uso do sacramento Santo Daime é relizado nas datas do seu calendário festivos, obedecendo as regras rituais que foram estabelecidas pelo Mestre Irineu e pelo Padrinho Sebastião.
O Culto Eclético da Fluente Luz Universal é um trabalho espiritual, que tem como objetivo alcançar o auto-conhecimento e a experiência de Deus ou do Eu Superior Interno. Para tanto, se ultiliza, dentro de um contexto ritual tido como sagrado, da bebida enteógena sacramental conhecida como ahyausca e que foi rebatizada pelo Mestre Irineu como Santo Daime. O uso de uma substância enteógena como sacramento parece ter feito parte das principais tradições religiosas da antiguidade e fornecido a base visionária de muitas das principais grandes religiões hoje existentes no mundo.
Nosso culto litúrgico, que se resume em comungar, nas datas apropiadas, a bebida à guiza de sacramento, se denomina Eclético, por que suas raízes estão impregnadas de um forte sincretismo entre vários elementos culturais,folclóricos e religiosos.O uso do sacramento Santo Daime é relizado nas datas do seu calendário festivos, obedecendo as regras rituais que foram estabelecidas pelo Mestre Irineu e pelo Padrinho Sebastião.
Tipos de Espíritos
OS SUSTENTADORES
Sustentadores são aqueles mentores espirituais de luz, amparadores e responsáveis pela estabilidade e proteção dos trabalhos espirituais e mediúnicos. Toda vez que um grupo de pessoas se reúnem na promoção de trabalhos espirituais de caráter socorrista e doutrinário, forma-se no plano espiritual um mesmo grupo correspondente de Mentores Espíritos de Luz para dar suporte, ensinamento e apoio a esses trabalhos.
Todos nós carregamos conosco uma correspondência espiritual, companheiros, amigos, protetores, guias e mentores para suporte de todo tipo, assunto esse que demoraríamos uma obra inteira para abordarmos, o que não é objeto do presente trabalho, entretanto, se faz necessário observar esta correspondência como forma basilar para o que modestamente pretendemos expor.
OS RECÉM DESENCARNADOS E RECÉM SOCORRIDOS
Fato de muita importância e que muitas vezes vem se tornando um conflito para alguns de nossos companheiros doutrinadores é o tratamento doutrinário destinado àqueles nossos irmãos recém desencarnados.
Não oferecem à primeira vista dificuldades de reconhecimento, isto é, são facilmente identificáveis, devendo sempre o doutrinador carregar consigo a cautela devida, para não ser enganado. Manifestam-se, regra geral, pela maneira como se apresentam a partir da incorporação, demonstrando comportamento angustiante, desesperado e confuso, quase sempre não se lembrando do que aconteceu.
Muitas vezes chegam queixando-se de frio, as mãos do médium normalmente tornam-se extremamente frias, isto significa que o espírito ainda está ligado ao seu corpo após a morte, ou seja, ao cadáver e, se disser que está no mais absoluto escuro, com certeza ainda encontra-se no caixão, revelando na conversação a realidade que está vivendo, que está escuro e com muito frio, neste caso o doutrinador deve concentrar-se com muito amor e carinho e oferecer sua mão dizendo que irá puxá-lo para fora do local onde se encontra dizendo que o trará para um lugar quente, iluminando e seguro, porém o doutrinador deve realmente acreditar que estará dando a mão e puxando o espírito para fora do caixão.
O OBSESSOR
• OBSESSÃO: Impertinência excessiva. Idéia fixa, mania.
• OBSESSOR: Aquele que pratica obsessão.
• OBSEDAR: Prática da obsessão. Ficar com um idéia fixa.
• OBSEDADO: Vítima do obsessor
A obsessão é um estado constante que se instrumentaliza através de um processo de vingança. Invariavelmente é perseguidor e vem dotado de um comportamento moralmente deseducado. O espírito perseguidor busca alívio para o seu sofrimento fazendo sofrer aquele que o feriu, tornando-se ambos infelizes e envolvendo ainda outros nas tramas de suas desgraças.
Porém, no plano espiritual tudo está previsto, ao mesmo tempo em que permitem a cobrança de nossas faltas, nos liberam, pelo resgate.
Sustentadores são aqueles mentores espirituais de luz, amparadores e responsáveis pela estabilidade e proteção dos trabalhos espirituais e mediúnicos. Toda vez que um grupo de pessoas se reúnem na promoção de trabalhos espirituais de caráter socorrista e doutrinário, forma-se no plano espiritual um mesmo grupo correspondente de Mentores Espíritos de Luz para dar suporte, ensinamento e apoio a esses trabalhos.
Todos nós carregamos conosco uma correspondência espiritual, companheiros, amigos, protetores, guias e mentores para suporte de todo tipo, assunto esse que demoraríamos uma obra inteira para abordarmos, o que não é objeto do presente trabalho, entretanto, se faz necessário observar esta correspondência como forma basilar para o que modestamente pretendemos expor.
OS RECÉM DESENCARNADOS E RECÉM SOCORRIDOS
Fato de muita importância e que muitas vezes vem se tornando um conflito para alguns de nossos companheiros doutrinadores é o tratamento doutrinário destinado àqueles nossos irmãos recém desencarnados.
Não oferecem à primeira vista dificuldades de reconhecimento, isto é, são facilmente identificáveis, devendo sempre o doutrinador carregar consigo a cautela devida, para não ser enganado. Manifestam-se, regra geral, pela maneira como se apresentam a partir da incorporação, demonstrando comportamento angustiante, desesperado e confuso, quase sempre não se lembrando do que aconteceu.
Muitas vezes chegam queixando-se de frio, as mãos do médium normalmente tornam-se extremamente frias, isto significa que o espírito ainda está ligado ao seu corpo após a morte, ou seja, ao cadáver e, se disser que está no mais absoluto escuro, com certeza ainda encontra-se no caixão, revelando na conversação a realidade que está vivendo, que está escuro e com muito frio, neste caso o doutrinador deve concentrar-se com muito amor e carinho e oferecer sua mão dizendo que irá puxá-lo para fora do local onde se encontra dizendo que o trará para um lugar quente, iluminando e seguro, porém o doutrinador deve realmente acreditar que estará dando a mão e puxando o espírito para fora do caixão.
O OBSESSOR
• OBSESSÃO: Impertinência excessiva. Idéia fixa, mania.
• OBSESSOR: Aquele que pratica obsessão.
• OBSEDAR: Prática da obsessão. Ficar com um idéia fixa.
• OBSEDADO: Vítima do obsessor
A obsessão é um estado constante que se instrumentaliza através de um processo de vingança. Invariavelmente é perseguidor e vem dotado de um comportamento moralmente deseducado. O espírito perseguidor busca alívio para o seu sofrimento fazendo sofrer aquele que o feriu, tornando-se ambos infelizes e envolvendo ainda outros nas tramas de suas desgraças.
Porém, no plano espiritual tudo está previsto, ao mesmo tempo em que permitem a cobrança de nossas faltas, nos liberam, pelo resgate.
Origens do Candomblé, Suas Variantes e Nações
Hoje, quando se fala em "candomblé", o que se tem em mente é um tipo específico de religião formada na Bahia, denominado candomblé "queto" ou "Ketu", que atualmente pode ser encontrado em praticamente todo o País. Mas o termo candomblé designa muitas variedades religiosas, como veremos adiante.
O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.
A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.
Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, espíritas e católicas.
Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.
O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.
O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.
A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.
Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, espíritas e católicas.
Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.
O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.
SÍTIOS SAGRADOS
A postagem de hoje é um assunto bem interessante, quando era mais novo ouvia que as sete-linhas da Umbanda eram: Oriente, Mar, Mata, Cachoeira, Estrada, Pedreira e Cemitério, porém na verdade estas não são linhas e sim lugares onde podemos nos ligar as entidades, pois há outros lugares que também temos esta ligação por exemplo: nascentes, rios, braços de mar, savanas, cerrados, cavernas, lagos, pântanos entre outros.
Nos chamamos estes lugares de "Sítios Sagrados", esses lugares é onde a energia pura da natureza vibra em abundância. Segue então abaixo açguns desses lugares, suas funções espirituais e seus regentes.
O primeiro Sítio a ser citado é o mais sagrado é lá onde deve verter a água do amor, da pureza e de tudo que é bom, este lugar é a morada de nosso espirito, o nosso coração, o nosso íntimo, neste sítio sagrado é que manda Oxalá, em nosso ser que ele deve sempre comandar.
Mar :
Nos chamamos estes lugares de "Sítios Sagrados", esses lugares é onde a energia pura da natureza vibra em abundância. Segue então abaixo açguns desses lugares, suas funções espirituais e seus regentes.
O primeiro Sítio a ser citado é o mais sagrado é lá onde deve verter a água do amor, da pureza e de tudo que é bom, este lugar é a morada de nosso espirito, o nosso coração, o nosso íntimo, neste sítio sagrado é que manda Oxalá, em nosso ser que ele deve sempre comandar.
Mar :
O mar é um sítio muito procurado pelos religiosos de nossa fé, lá é onde reside Iemanjá a mãe de todos Orixás, espiritualmente é um lugar de entrega, pois o mar aceita tudo, assim é lá que toda oferenda tem sua morada final. è também conhecida como"Calunga Grande", a morada de toas entidades, no mar também é aceita oferendas e pedidos a Ogum também.
OS ORIXÁS E SEUS CHAKRAS CORRESPONDENTES
Oxalá = Chakra coronário
Iemanjá = Chakra frontal
Yori (Erês) = Chakra laríngeo
Xangô = Chakra cardíaco
Oxossi = Chakra esplênico
Ogum = Chakra gástrico ou solar
Yorimá (Pretos Velhos) = Chakra genésico
CHAKRA CORONÁRIO
Situado no alto da cabeça e conhecido entre os hindus como “lótus de mil pétalas”. É o chakra mais importante, pois nos liga com o plano espiritual e é através dele que captamos energias espirituais, além de ser o centro de forças de maior potencial e radiação, responsável por sediar a consciência do espírito.
Calendário Umbandista
Nos cultos de Umbanda há uma série de comemorações religiosas, no geral correspondendo com o calendário católico, porém realizadas dentro dos rituais umbandistas, segundo os ditames estabelecidos pelos Guias, e por vezes plasmados no africanismo dos cultos de origem.
O ano que se inicia é compreendido como estando na vibração do Orixá que preside o dia da semana a que corresponde o primeiro de janeiro, o qual estará, assim, em sincronização com o decorrer de todo o período, até o início do novo ano.
Os meses estão em correspondência com as vibrações dos Orixás, cultuados nos mesmos, deste modo concorrendo em sintonização vibratória com o Orixá que preside o ano, ou contrabalançando, se não há harmonização nessa relação ano-mês.
Os dias da semana são dedicados também a diversos Orixás, porém essa consagração varia conforme a influência mais pronunciada do culto de origem, como difere em cada região do Brasil, e até mesmo num Estado ou Cidade, pela influência africanista.
O ano que se inicia é compreendido como estando na vibração do Orixá que preside o dia da semana a que corresponde o primeiro de janeiro, o qual estará, assim, em sincronização com o decorrer de todo o período, até o início do novo ano.
Os meses estão em correspondência com as vibrações dos Orixás, cultuados nos mesmos, deste modo concorrendo em sintonização vibratória com o Orixá que preside o ano, ou contrabalançando, se não há harmonização nessa relação ano-mês.
Os dias da semana são dedicados também a diversos Orixás, porém essa consagração varia conforme a influência mais pronunciada do culto de origem, como difere em cada região do Brasil, e até mesmo num Estado ou Cidade, pela influência africanista.
Allan Kardec - Sobre Demônios
Em sua sabedoria, Deus criou todos os espíritos perfectíveis
"Demônios" são espíritos imperfeitos, suscetíveis de regeneração
Você acha que é possível alguém resolver ser mau e ignorante para sempre e nunca se entediar por ter tomado essa decisão? Principalmente se esse alguém descobrir, por observação, que fazer o bem e tornar-se bom é o grande lance e a única possibilidade para beneficiar-se a si mesmo e passar a viver numa condição muito melhor?
De acordo com a doutrina da Igreja os demônios foram criados bons e tornaram-se maus por sua desobediência. Esses anjos teriam sido colocados primitivamente por Deus no ápice da escala tendo dela decaído. Aqueles que por apatia, negligência, obstinação ou má vontade persistem em ficar, por mais tempo, nas classes inferiores, sofrem as conseqüências dessa atitude e o hábito do mal lhes dificulta a regeneração.
"Demônios" são espíritos imperfeitos, suscetíveis de regeneração
Você acha que é possível alguém resolver ser mau e ignorante para sempre e nunca se entediar por ter tomado essa decisão? Principalmente se esse alguém descobrir, por observação, que fazer o bem e tornar-se bom é o grande lance e a única possibilidade para beneficiar-se a si mesmo e passar a viver numa condição muito melhor?
De acordo com a doutrina da Igreja os demônios foram criados bons e tornaram-se maus por sua desobediência. Esses anjos teriam sido colocados primitivamente por Deus no ápice da escala tendo dela decaído. Aqueles que por apatia, negligência, obstinação ou má vontade persistem em ficar, por mais tempo, nas classes inferiores, sofrem as conseqüências dessa atitude e o hábito do mal lhes dificulta a regeneração.
Conheça a Asatru
Asatru Introdução
A menos de mil anos atrás os antigos sábios da Islândia tomaram uma decisão. Sob pressão política da Europa cristianizada e enfrentando a necessidade de comércio, a assembléia nacional declarou a Islândia como sendo um oficialmente um país cristão. Dentro de poucos séculos os últimos remanescentes do Paganismo Nórdico, acabaram morrendo. Contudo, a Islândia era um país tolerante e os mitos, estórias, e lendas da era pagã felizmente não foram queimados, e com isso, acenderam o fogo das crenças pagãs em gerações posteriores. Em 1972, depois de uma longa campanha feita pelo poeta e Godhi (Sacerdote) Sveinbjorn Beinteinsson, a Islândia novamente reconheceu o paganismo nórdico como uma religião legitima e legalizada.
Hoje o paganismo nórdico, conhecido como Asatru ("lealdade aos Deuses" do nórdico antigo), é praticado em vários países além dos países escandinavos. O Asatru também faz parte do grupo das religiões neo-pagãs como o Druidismo, a Wicca, a Bruxaria Tradicional, a Stregheria, etc. Contudo, o Asatru permanece desconhecido pela maioria, até mesmo dentro da comunidade neo-pagã.
O mais importante para se lembrar é que o Asatru é uma religião. Não é um sistema de magia ou uma "Prática New Age". A palavra Asatru derivou-se do "As" (Aesir, família principal dos Deuses de Asgard) e "tru" (tru - true - verdade - confiança - lealdade). Ser Asatru é estar ligado com lealdade e confiança aos antigos arquétipos do norte da Europa, contudo, você pode pegar coisas de outras religiões e outros arquétipos e continuar sendo Asatru, basta você ter o panteão nórdico como o seu preferido e sua base nos princípios nórdicos. Outra coisa característica do Asatru é a condenação da conversão, como nas religiões missionárias tipo o cristianismo. Para o Asatru não existe "verdade absoluta"; cada pessoa é dona de si mesma e é capaz de escolher sua "verdade", nenhuma religião é errada. Asatru valoriza seus ancestrais, valoriza o estudo do passado e das origens e valoriza a guerra com sabedoria. O Asatru não é universal e não considera seu caminho como sendo o correto para todos, o Asatru acredita que há espaço para todos os arquétipos no mundo e que todos eles tem o seu valor. Baseado nisso, clamar que Zeus é o mesmo Deus que Odin é loucura.
A menos de mil anos atrás os antigos sábios da Islândia tomaram uma decisão. Sob pressão política da Europa cristianizada e enfrentando a necessidade de comércio, a assembléia nacional declarou a Islândia como sendo um oficialmente um país cristão. Dentro de poucos séculos os últimos remanescentes do Paganismo Nórdico, acabaram morrendo. Contudo, a Islândia era um país tolerante e os mitos, estórias, e lendas da era pagã felizmente não foram queimados, e com isso, acenderam o fogo das crenças pagãs em gerações posteriores. Em 1972, depois de uma longa campanha feita pelo poeta e Godhi (Sacerdote) Sveinbjorn Beinteinsson, a Islândia novamente reconheceu o paganismo nórdico como uma religião legitima e legalizada.
Hoje o paganismo nórdico, conhecido como Asatru ("lealdade aos Deuses" do nórdico antigo), é praticado em vários países além dos países escandinavos. O Asatru também faz parte do grupo das religiões neo-pagãs como o Druidismo, a Wicca, a Bruxaria Tradicional, a Stregheria, etc. Contudo, o Asatru permanece desconhecido pela maioria, até mesmo dentro da comunidade neo-pagã.
O mais importante para se lembrar é que o Asatru é uma religião. Não é um sistema de magia ou uma "Prática New Age". A palavra Asatru derivou-se do "As" (Aesir, família principal dos Deuses de Asgard) e "tru" (tru - true - verdade - confiança - lealdade). Ser Asatru é estar ligado com lealdade e confiança aos antigos arquétipos do norte da Europa, contudo, você pode pegar coisas de outras religiões e outros arquétipos e continuar sendo Asatru, basta você ter o panteão nórdico como o seu preferido e sua base nos princípios nórdicos. Outra coisa característica do Asatru é a condenação da conversão, como nas religiões missionárias tipo o cristianismo. Para o Asatru não existe "verdade absoluta"; cada pessoa é dona de si mesma e é capaz de escolher sua "verdade", nenhuma religião é errada. Asatru valoriza seus ancestrais, valoriza o estudo do passado e das origens e valoriza a guerra com sabedoria. O Asatru não é universal e não considera seu caminho como sendo o correto para todos, o Asatru acredita que há espaço para todos os arquétipos no mundo e que todos eles tem o seu valor. Baseado nisso, clamar que Zeus é o mesmo Deus que Odin é loucura.
Demônios
Em nosso estudo deste assunto, é necessário que examinemos primeiro o sentido do termo “demônio”.
Segundo o uso clássico, refere-se a deuses e semi-deuses. Homero chamou-os de deuses, mas precisamos lembrar que os deuses de Homero eram meramente homens sobrenaturais. Algumas vezes o termo era aplicado a uma espécie de divindade intermediária e inferior. Diz Platão: “A divindade não tem intercâmbio com o homem; mas todo intercâmbio e conversação que haja entre os deuses e os homens é efetuado através da mediação de demônios: .
“Se perguntarmos de onde vem esses demônios, dir-nos-ão que são os espíritos dos homens da idade áurea que agora servem como divindades protetoras – heróis canonizados, semelhantes, tanto em sua origem como em suas funções, aos santos romanistas”. Pember
Quando examinam as Escrituras, algumas pessoas ficam em dúvida se os demônios devem ser classificados juntamente com os anjos ou não; mas não há dúvida de que, na Bíblia, há ensino positivo concernente a cada um dos dois grupos.
Segundo o uso clássico, refere-se a deuses e semi-deuses. Homero chamou-os de deuses, mas precisamos lembrar que os deuses de Homero eram meramente homens sobrenaturais. Algumas vezes o termo era aplicado a uma espécie de divindade intermediária e inferior. Diz Platão: “A divindade não tem intercâmbio com o homem; mas todo intercâmbio e conversação que haja entre os deuses e os homens é efetuado através da mediação de demônios: .
“Se perguntarmos de onde vem esses demônios, dir-nos-ão que são os espíritos dos homens da idade áurea que agora servem como divindades protetoras – heróis canonizados, semelhantes, tanto em sua origem como em suas funções, aos santos romanistas”. Pember
Quando examinam as Escrituras, algumas pessoas ficam em dúvida se os demônios devem ser classificados juntamente com os anjos ou não; mas não há dúvida de que, na Bíblia, há ensino positivo concernente a cada um dos dois grupos.
A Religião da Grande Mãe e do Deus Cornífero
Entender a origem da bruxaria é retornar aos primórdios da humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar a sua percepção para o microcosmo e macrocosmo. As primeiras manifestações de devoção registradas pelo homem remontam à pré-história, às Madonas Negras.
Elas representavam o aspecto feminino do poder da natureza, eram a personificação da Grande Mãe. Quando, na lua crescente, a mulher iniciava a sua ovulação, chegando ao máximo na lua cheia e, por fim, menstruando, essa sintonia trouxe, então, a associação da lua como uma nova face para a Deusa.
Enfim, a Grande Mãe dava alimento (plantações, frutas, ervas etc), calor e proteção no verão, no outono e na primavera, mas, e no inverno, quando o frio acabava com tudo, quem os protegia? Surgiu, então, o papel do homem, do caçador da tribo, do líder.
As Falanges de Trabalho na Umbanda
Na Umbanda nós não incorporamos Orixás e sim os falangeiros dos Orixás que são entidades evoluídas espiritualmente que vêem trabalhar nas giras de Umbanda.
Falanges: são agrupamentos de espíritos afins que possuem a mesma vibração.
São elas: pretos velhos, caboclos, exus, crianças, boiadeiros, ciganos, orientais e mestres que trabalham na cura.
OS CABOCLOS
São entidades, espíritos de índios brasileiros e Sul Americanos, que trabalham na caridade como verdadeiros conselheiros, nos ensinando a amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois é através da fé que tudo se consegue.
São elas: pretos velhos, caboclos, exus, crianças, boiadeiros, ciganos, orientais e mestres que trabalham na cura.
OS CABOCLOS
São entidades, espíritos de índios brasileiros e Sul Americanos, que trabalham na caridade como verdadeiros conselheiros, nos ensinando a amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois é através da fé que tudo se consegue.
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