OS SUSTENTADORES
Sustentadores são aqueles mentores espirituais de luz, amparadores e responsáveis pela estabilidade e proteção dos trabalhos espirituais e mediúnicos. Toda vez que um grupo de pessoas se reúnem na promoção de trabalhos espirituais de caráter socorrista e doutrinário, forma-se no plano espiritual um mesmo grupo correspondente de Mentores Espíritos de Luz para dar suporte, ensinamento e apoio a esses trabalhos.
Todos nós carregamos conosco uma correspondência espiritual, companheiros, amigos, protetores, guias e mentores para suporte de todo tipo, assunto esse que demoraríamos uma obra inteira para abordarmos, o que não é objeto do presente trabalho, entretanto, se faz necessário observar esta correspondência como forma basilar para o que modestamente pretendemos expor.
OS RECÉM DESENCARNADOS E RECÉM SOCORRIDOS
Fato de muita importância e que muitas vezes vem se tornando um conflito para alguns de nossos companheiros doutrinadores é o tratamento doutrinário destinado àqueles nossos irmãos recém desencarnados.
Não oferecem à primeira vista dificuldades de reconhecimento, isto é, são facilmente identificáveis, devendo sempre o doutrinador carregar consigo a cautela devida, para não ser enganado. Manifestam-se, regra geral, pela maneira como se apresentam a partir da incorporação, demonstrando comportamento angustiante, desesperado e confuso, quase sempre não se lembrando do que aconteceu.
Muitas vezes chegam queixando-se de frio, as mãos do médium normalmente tornam-se extremamente frias, isto significa que o espírito ainda está ligado ao seu corpo após a morte, ou seja, ao cadáver e, se disser que está no mais absoluto escuro, com certeza ainda encontra-se no caixão, revelando na conversação a realidade que está vivendo, que está escuro e com muito frio, neste caso o doutrinador deve concentrar-se com muito amor e carinho e oferecer sua mão dizendo que irá puxá-lo para fora do local onde se encontra dizendo que o trará para um lugar quente, iluminando e seguro, porém o doutrinador deve realmente acreditar que estará dando a mão e puxando o espírito para fora do caixão.
O OBSESSOR
• OBSESSÃO: Impertinência excessiva. Idéia fixa, mania.
• OBSESSOR: Aquele que pratica obsessão.
• OBSEDAR: Prática da obsessão. Ficar com um idéia fixa.
• OBSEDADO: Vítima do obsessor
A obsessão é um estado constante que se instrumentaliza através de um processo de vingança. Invariavelmente é perseguidor e vem dotado de um comportamento moralmente deseducado. O espírito perseguidor busca alívio para o seu sofrimento fazendo sofrer aquele que o feriu, tornando-se ambos infelizes e envolvendo ainda outros nas tramas de suas desgraças.
Porém, no plano espiritual tudo está previsto, ao mesmo tempo em que permitem a cobrança de nossas faltas, nos liberam, pelo resgate.
Frases
"EU NÃO PREVEJO O FUTURO, EU PREVINO SOBRE O FUTURO!" - MAGO DAM
Lillith - A Tentação
Lilith, intimamente associada aos Vampiros, por sua vez também às bruxas, é um espectro que paira sobre a religião judaica. No ato sexual ela ficava por cima de Adão, e não quis ser subjugada pelo macho, daí sua revolta. Este fato retrata, talvez, a transição, dos cultos a Deusa para o Deus judaico, de uma sociedade agrária ou coletora para uma pastoril.
Este fato se repetiu inúmeras vezes pelo mundo (com isso não estou falando de sua existência objetiva, mas sim subjetiva, mas com exteriorizações).
Lilith, em sua origem, deve ter sido um arquétipo da grande deusa mãe, que tentou resistir a invasão do patriarcado. Possivelmente Abel, o pastor, foi sacrificado a esta grande mãe.
Mas as coisas não foram tão fáceis para os pastores patriarcais. Muitas mulheres judias ficaram fascinadas pelo culto à grande mãe. Um bom exemplo é a história de Sodoma e Gomorra. Lot foi expulso da cidade, vejam esta passagem: "o povo de Sodoma cercou a casa de Lot, do mais velho ao mais jovem. E eles proferiram: que se vá embora, um estranho, que veio morar conosco e agora quer ser um juiz?". Com isso fica claro que eles não eram judeus (os habitantes de Sodoma), e que a alegoria da conversa entre Lot e Deus é um acréscimo posterior.
A parte mais curiosa tem a ver com a mulher de Lot, que não quis acompanhá-lo, pois possivelmente preferiu ficar com o culto à Grande Deusa. Ou seja, a história de virar uma estátua de sal é mais uma alegoria. Lot afogou suas mágoas com as duas filhas em uma relação incestuosa.
O nome Lilith vem da Mesopotâmia, encontrada nas civilizações sumeriana, acadiana e babilônica, onde há várias divindades nas quais ocorre o fragmento "lil" como, por exemplo, os deuses Nilil, Enlil entre outros. Belit-ili, Lillake, a cananéia Baalat, a Divina Senhora são alguns de seus nomes. Nas representações mais antigas de Lilith ela apare-se como Lilake (cidade de UR 2000 A. C).
Lilith está intrinsecamente associada à coruja, sendo representada como uma mulher sedutora, torneada, de seios bem formados e suculentos, uma yoni* (Nota: vagina) que exala o perfume do amor, com pés de coruja e asas.
Este fato se repetiu inúmeras vezes pelo mundo (com isso não estou falando de sua existência objetiva, mas sim subjetiva, mas com exteriorizações).
Lilith, em sua origem, deve ter sido um arquétipo da grande deusa mãe, que tentou resistir a invasão do patriarcado. Possivelmente Abel, o pastor, foi sacrificado a esta grande mãe.
Mas as coisas não foram tão fáceis para os pastores patriarcais. Muitas mulheres judias ficaram fascinadas pelo culto à grande mãe. Um bom exemplo é a história de Sodoma e Gomorra. Lot foi expulso da cidade, vejam esta passagem: "o povo de Sodoma cercou a casa de Lot, do mais velho ao mais jovem. E eles proferiram: que se vá embora, um estranho, que veio morar conosco e agora quer ser um juiz?". Com isso fica claro que eles não eram judeus (os habitantes de Sodoma), e que a alegoria da conversa entre Lot e Deus é um acréscimo posterior.
A parte mais curiosa tem a ver com a mulher de Lot, que não quis acompanhá-lo, pois possivelmente preferiu ficar com o culto à Grande Deusa. Ou seja, a história de virar uma estátua de sal é mais uma alegoria. Lot afogou suas mágoas com as duas filhas em uma relação incestuosa.
O nome Lilith vem da Mesopotâmia, encontrada nas civilizações sumeriana, acadiana e babilônica, onde há várias divindades nas quais ocorre o fragmento "lil" como, por exemplo, os deuses Nilil, Enlil entre outros. Belit-ili, Lillake, a cananéia Baalat, a Divina Senhora são alguns de seus nomes. Nas representações mais antigas de Lilith ela apare-se como Lilake (cidade de UR 2000 A. C).
Lilith está intrinsecamente associada à coruja, sendo representada como uma mulher sedutora, torneada, de seios bem formados e suculentos, uma yoni* (Nota: vagina) que exala o perfume do amor, com pés de coruja e asas.
Origens do Candomblé, Suas Variantes e Nações
Hoje, quando se fala em "candomblé", o que se tem em mente é um tipo específico de religião formada na Bahia, denominado candomblé "queto" ou "Ketu", que atualmente pode ser encontrado em praticamente todo o País. Mas o termo candomblé designa muitas variedades religiosas, como veremos adiante.
O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.
A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.
Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, espíritas e católicas.
Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.
O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.
O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.
A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.
Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, espíritas e católicas.
Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.
O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.
Os Banhos de Ervas e Essências
Os banhos de ervas e essências são reais e necessários uma vez que as ervas frescas e as essências contém vibração.
Os banhos pertencentes aos nossos orixás de coroa e os banhos que atraem a vibração de determinadas falanges devem ser tomados pela cabeça pois é ai que se encontram os pontos fundamentais de sintonia espiritual: o chacra frontal, no meio da testa; o chacra coronário, no alto da cabeça; e a glândula pineal, na nuca.
Se a pessoa não souber os seus orixás de coroa e quiser tomar um banho de limpeza espiritual, poderá fazê-lo com sal grosso diluído em água ou com 7 gotas de essência de alfazema também diluídas em água pura, pois esses banhos são neutros e podem ser usados, na cabeça, sem nenhum problema.
O banho de ervas deve ser preparado em infusão: numa panela própria para essa finalidade coloca-se água para ferver; quando a água estiver fervendo, apaga-se o fogo, coloca-se a erva previamente lavada dentro, tampa-se e deixa-se por algum tempo, de modo que a água possa absorver toda a vibração contida na erva. Depois disso, coa-se num pano branco também próprio para essa vibração e pode-se acrescentar mais água, quente ou fria, de modo a tornar a temperatura do banho de ervas semelhante à temperatura do banho higiênico normal que deverá ser tomado antes.
O bagaço das ervas pode ser jogado no lixo quando for um banho de descarrego normal. Em casos de banhos de preparação para algum ritual, o bagaço das ervas deverá ser levado para ser despachado junto com o trabalho espiritual realizado.
Os banhos pertencentes aos nossos orixás de coroa e os banhos que atraem a vibração de determinadas falanges devem ser tomados pela cabeça pois é ai que se encontram os pontos fundamentais de sintonia espiritual: o chacra frontal, no meio da testa; o chacra coronário, no alto da cabeça; e a glândula pineal, na nuca.
Se a pessoa não souber os seus orixás de coroa e quiser tomar um banho de limpeza espiritual, poderá fazê-lo com sal grosso diluído em água ou com 7 gotas de essência de alfazema também diluídas em água pura, pois esses banhos são neutros e podem ser usados, na cabeça, sem nenhum problema.
O banho de ervas deve ser preparado em infusão: numa panela própria para essa finalidade coloca-se água para ferver; quando a água estiver fervendo, apaga-se o fogo, coloca-se a erva previamente lavada dentro, tampa-se e deixa-se por algum tempo, de modo que a água possa absorver toda a vibração contida na erva. Depois disso, coa-se num pano branco também próprio para essa vibração e pode-se acrescentar mais água, quente ou fria, de modo a tornar a temperatura do banho de ervas semelhante à temperatura do banho higiênico normal que deverá ser tomado antes.
O bagaço das ervas pode ser jogado no lixo quando for um banho de descarrego normal. Em casos de banhos de preparação para algum ritual, o bagaço das ervas deverá ser levado para ser despachado junto com o trabalho espiritual realizado.
20 DICAS DE SUCESSO
01 Elogie três pessoas por dia
02 Tenha um aperto de mão firme
03 Olhe as pessoas nos olhos
04 Gaste menos do que ganha
05 Saiba perdoar a si e aos outros
06 Trate os outros como gostaria de ser tratado
07 Faça novos amigos
08 Saiba guardar segredos
09 Não adie uma alegria
TETRAGRAMATON
Um pentagrama (do grego antigo πεντάγραμμος) é uma estrela composta por cinco retas e que possui cinco pontas. Na língua portuguesa, pentagrama significa uma palavra com cinco letras. Também é, em música, as cinco linhas paralelas que compõem a partitura.
Ao pentagrama são atribuídos vários significados esotéricos.
Para os pagãos, cada ponta do pentagrama representa um dos Cinco Elementos da Natureza: Ar, Fogo, Água, Terra, e um espírito que a todos coordena.
Atualmente, muitos usam um Pentagrama no pescoço, como símbolo de orgulho da sua religião e representando a sua fé, ou ainda como um amuleto de proteção.
AS 4 LEIS DA ESPIRITUALIDADE
Na Índia, são ensinadas as "quatro leis da espiritualidade":
A primeira lei:
"A pessoa que vem é sempre a pessoa certa".
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos ensinar e colaboram no avanço de cada situação.
A segunda lei:
"Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".
Nada, nada absolutamente nada, do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhuma outra opção. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, para aprendermos uma lição e seguirmos em frente. Todas, e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas, são absolutamente perfeitas.
A primeira lei:
"A pessoa que vem é sempre a pessoa certa".
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos ensinar e colaboram no avanço de cada situação.
A segunda lei:
"Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".
Nada, nada absolutamente nada, do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhuma outra opção. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, para aprendermos uma lição e seguirmos em frente. Todas, e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas, são absolutamente perfeitas.
SÍTIOS SAGRADOS
A postagem de hoje é um assunto bem interessante, quando era mais novo ouvia que as sete-linhas da Umbanda eram: Oriente, Mar, Mata, Cachoeira, Estrada, Pedreira e Cemitério, porém na verdade estas não são linhas e sim lugares onde podemos nos ligar as entidades, pois há outros lugares que também temos esta ligação por exemplo: nascentes, rios, braços de mar, savanas, cerrados, cavernas, lagos, pântanos entre outros.
Nos chamamos estes lugares de "Sítios Sagrados", esses lugares é onde a energia pura da natureza vibra em abundância. Segue então abaixo açguns desses lugares, suas funções espirituais e seus regentes.
O primeiro Sítio a ser citado é o mais sagrado é lá onde deve verter a água do amor, da pureza e de tudo que é bom, este lugar é a morada de nosso espirito, o nosso coração, o nosso íntimo, neste sítio sagrado é que manda Oxalá, em nosso ser que ele deve sempre comandar.
Mar :
Nos chamamos estes lugares de "Sítios Sagrados", esses lugares é onde a energia pura da natureza vibra em abundância. Segue então abaixo açguns desses lugares, suas funções espirituais e seus regentes.
O primeiro Sítio a ser citado é o mais sagrado é lá onde deve verter a água do amor, da pureza e de tudo que é bom, este lugar é a morada de nosso espirito, o nosso coração, o nosso íntimo, neste sítio sagrado é que manda Oxalá, em nosso ser que ele deve sempre comandar.
Mar :
O mar é um sítio muito procurado pelos religiosos de nossa fé, lá é onde reside Iemanjá a mãe de todos Orixás, espiritualmente é um lugar de entrega, pois o mar aceita tudo, assim é lá que toda oferenda tem sua morada final. è também conhecida como"Calunga Grande", a morada de toas entidades, no mar também é aceita oferendas e pedidos a Ogum também.
Astrônomo defende novo zodíaco; veja se o seu signo mudou
As mudanças no alinhamento da Terra podem ter alterado as datas de muitos signos do zodíaco. É o que defende o astrônomo Parke Kunkle em entrevista à rede NBC. Segundo ele, pode até mesmo haver um novo signo: Ophiuchus.
Barbara Abramo Astróloga da Folha discorda do astrônomo que defende novo zodíaco
Ophiuchus, também conhecido como Serpentário, é um signo que já existia em algumas versões do zodíaco. Também há uma constelação com o mesmo nome.
Kunkle diz que conforme a Terra e o Sol se movimentam, os signos mudam. Segundo ele, essa mudança não aconteceu do dia para a noite.
Os 12 signos que conhecemos hoje foram definidos há quase 3.000 anos, quando a astrologia começou, e desde então, sua posição em relação ao Sol mudou.
Veja as mudanças no zodíaco de acordo com Kunkle.
OS ORIXÁS E SEUS CHAKRAS CORRESPONDENTES
Oxalá = Chakra coronário
Iemanjá = Chakra frontal
Yori (Erês) = Chakra laríngeo
Xangô = Chakra cardíaco
Oxossi = Chakra esplênico
Ogum = Chakra gástrico ou solar
Yorimá (Pretos Velhos) = Chakra genésico
CHAKRA CORONÁRIO
Situado no alto da cabeça e conhecido entre os hindus como “lótus de mil pétalas”. É o chakra mais importante, pois nos liga com o plano espiritual e é através dele que captamos energias espirituais, além de ser o centro de forças de maior potencial e radiação, responsável por sediar a consciência do espírito.
Arcanjo Uriel - Regente de 2011
Vamos falar um pouco do Anjo Regente de 2011.
2011 terá a regência do Arcanjo Uriel, o Rei do Improviso.
Ele promete situações inesperadas e muitas surpresas em sua regência em 2011 fazendo com que as pessoas façam coisas bem diferentes das convencionais.
Ele representa um dos quatro pontos cardeais, Uriel geralmente, dos sete arcanjos, era o quarto assim, além de comandante do Reino Elemental da terra, toma seu lugar ao Norte.
Uriel é frequentemente identificado como o querubim que “permanece junto às portas do Éden com uma espada ardente”, e também conhecido como “Fogo de Deus”.
Uriel tornou-se também no Anjo do Domingo, juntamente com Miguel e o Rei das Salamandras, Djin.
Na tradição apocalíptica, é ele quem deterá a chave que abrirá o Inferno no Final dos Tempos.
No ocultismo, é frequentemente associado à cor verde.
Uriel é também chamado de Auriel.
2011 continua com o processo de limpeza que acaba em 2012, então as tempestades violentas, enchentes e terremotos estaram comandadas por ele já que sua habilidade com as grandes tormentas, raios e trovões é forte.
2011 terá a regência do Arcanjo Uriel, o Rei do Improviso.
Ele promete situações inesperadas e muitas surpresas em sua regência em 2011 fazendo com que as pessoas façam coisas bem diferentes das convencionais.
Ele representa um dos quatro pontos cardeais, Uriel geralmente, dos sete arcanjos, era o quarto assim, além de comandante do Reino Elemental da terra, toma seu lugar ao Norte.
Uriel é frequentemente identificado como o querubim que “permanece junto às portas do Éden com uma espada ardente”, e também conhecido como “Fogo de Deus”.
Uriel tornou-se também no Anjo do Domingo, juntamente com Miguel e o Rei das Salamandras, Djin.
Na tradição apocalíptica, é ele quem deterá a chave que abrirá o Inferno no Final dos Tempos.
No ocultismo, é frequentemente associado à cor verde.
Uriel é também chamado de Auriel.
2011 continua com o processo de limpeza que acaba em 2012, então as tempestades violentas, enchentes e terremotos estaram comandadas por ele já que sua habilidade com as grandes tormentas, raios e trovões é forte.
CHAKRAS
Chakras: A palavra chakra é sânscrita, e significa roda. Os chakras, ou centros de força são pontos de conexão ou enlace pelos quais flui a energia de um a outro veículo ou corpo de homem. (do livro “Os Chakras - os centros magnéticos vitais do ser humano”, de C.W.Leadbeater - Editora Pensamento.)
Chakras: Centros de energias que formam um elo entre o corpo físico e o corpo astral; os chakras são indispensáveis para a boa saúde física, emocional e mental das pessoas. (do livro “Teoria dos chakras”, de Hiroshi Motoyama - Editora Pensamento.
CHAKRA CORONÁRIO:
Situado no alto da cabeça e conhecido entre os hindus como “lótus de mil pétalas”. É o chakra mais importante, pois nos liga com o plano espiritual e é através dele que captamos energias espirituais, além de ser o centro de forças de maior potencial e radiação, responsável por sediar a consciência do espírito.
CHAKRA FRONTAL:
O chakra frontal fica entre os olhos, é o responsável direto pelo funcionamento dos centros superiores intelectivos, bem como do sistema nervoso central. É também um dos chakras responsáveis pela vidência e intuição no campo da mediunidade, já que, através dele, emitimos nossa energia mental e possuímos o comando dos poderes psíquicos. Quando abundante de fluido vital e em boa atividade com os outros chakras, confere ao homem encarnado e desencarnado a faculdade de aumentar ou diminuir seu poder visual.
Chakras: Centros de energias que formam um elo entre o corpo físico e o corpo astral; os chakras são indispensáveis para a boa saúde física, emocional e mental das pessoas. (do livro “Teoria dos chakras”, de Hiroshi Motoyama - Editora Pensamento.
CHAKRA CORONÁRIO:
Situado no alto da cabeça e conhecido entre os hindus como “lótus de mil pétalas”. É o chakra mais importante, pois nos liga com o plano espiritual e é através dele que captamos energias espirituais, além de ser o centro de forças de maior potencial e radiação, responsável por sediar a consciência do espírito.
CHAKRA FRONTAL:
O chakra frontal fica entre os olhos, é o responsável direto pelo funcionamento dos centros superiores intelectivos, bem como do sistema nervoso central. É também um dos chakras responsáveis pela vidência e intuição no campo da mediunidade, já que, através dele, emitimos nossa energia mental e possuímos o comando dos poderes psíquicos. Quando abundante de fluido vital e em boa atividade com os outros chakras, confere ao homem encarnado e desencarnado a faculdade de aumentar ou diminuir seu poder visual.
Pai Joaquim conversa com Vovó Nanã sobre as chuvas que estão caindo!
Ô Vovó Nanã, por que tá brava com nóis?
Porque castiga os fio do Rio e de Sun Paulo?
Sei que os menino, não tão cuidando do seu elemento, sei que eles estão jugando sujeira em sua casa, mas como disse nosso senhô, "Perdoa, eles não sabem o que fazem!",
São crianças mau criadas, acham que é tudo deles!
Mas assim foi ensinado pra eles...
Ô Vovó para de jogar suas águas neles, os meninos já aprenderam a lição, já viram que a senhora tá chateada, num carece mais de cástiga. A lição já foi dada!
E eu sei melhó que ninguém, que os fio precisa de puxão de oreia, eles suja rio, suja mar, corta pranta, e enche os céus de pó preto. Só pra facilita as priguiças deles, mas, já tem fio aprendendo a respeita, já tem fio que tá tentando mudá isso, já tem fio que tá até limpando!!!... então, Vovó, dá um tempinho a mais pra eles... deixa eles trabaiá um poco mais na educação e na consciência de seus fio.
9 Motivos para Educar seu Filho como Pagão
Para você que não está convencido de que educar seu filho ou filha para ser pagão é o mais correto a ser feito, veja nove motivos que eu encontrei.
1º - Os pagãos honram e respeitam a natureza.
Sendo assim, provavelmente o seu filho será uma criança com uma consciência ecológica mais forte do que as demais e poderá ensinar coisas a outras crianças.
2º - Os pagãos acreditam na lei tríplice.
Portanto, seu filho aprenderá a pensar muitas vezes antes de fazer mal a alguém e saberá que se alguém lhe fizer ou lhe desejar o mal, receberá o seu retorno.
3º - Os pagãos respeitam os anciãos.
Sabemos que valorizamos os idosos pela sua vida e sabedoria, assim, as crianças aprendem a respeitar os mais velhos assim como o aspecto de anciã da Deusa.
1º - Os pagãos honram e respeitam a natureza.
Sendo assim, provavelmente o seu filho será uma criança com uma consciência ecológica mais forte do que as demais e poderá ensinar coisas a outras crianças.
2º - Os pagãos acreditam na lei tríplice.
Portanto, seu filho aprenderá a pensar muitas vezes antes de fazer mal a alguém e saberá que se alguém lhe fizer ou lhe desejar o mal, receberá o seu retorno.
3º - Os pagãos respeitam os anciãos.
Sabemos que valorizamos os idosos pela sua vida e sabedoria, assim, as crianças aprendem a respeitar os mais velhos assim como o aspecto de anciã da Deusa.
Calendário Umbandista
Nos cultos de Umbanda há uma série de comemorações religiosas, no geral correspondendo com o calendário católico, porém realizadas dentro dos rituais umbandistas, segundo os ditames estabelecidos pelos Guias, e por vezes plasmados no africanismo dos cultos de origem.
O ano que se inicia é compreendido como estando na vibração do Orixá que preside o dia da semana a que corresponde o primeiro de janeiro, o qual estará, assim, em sincronização com o decorrer de todo o período, até o início do novo ano.
Os meses estão em correspondência com as vibrações dos Orixás, cultuados nos mesmos, deste modo concorrendo em sintonização vibratória com o Orixá que preside o ano, ou contrabalançando, se não há harmonização nessa relação ano-mês.
Os dias da semana são dedicados também a diversos Orixás, porém essa consagração varia conforme a influência mais pronunciada do culto de origem, como difere em cada região do Brasil, e até mesmo num Estado ou Cidade, pela influência africanista.
O ano que se inicia é compreendido como estando na vibração do Orixá que preside o dia da semana a que corresponde o primeiro de janeiro, o qual estará, assim, em sincronização com o decorrer de todo o período, até o início do novo ano.
Os meses estão em correspondência com as vibrações dos Orixás, cultuados nos mesmos, deste modo concorrendo em sintonização vibratória com o Orixá que preside o ano, ou contrabalançando, se não há harmonização nessa relação ano-mês.
Os dias da semana são dedicados também a diversos Orixás, porém essa consagração varia conforme a influência mais pronunciada do culto de origem, como difere em cada região do Brasil, e até mesmo num Estado ou Cidade, pela influência africanista.
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